Sou contra os maus tratos aos animais mas na boa: tem dias que eu tenho vontade de vender a minha cachorra pros chineses fazerem espetinho.
Não dá pra ser feliz assim. Compramos uma capa de sofá nova, um tapete novo, uma cortina nova, tudo para substituir o que ela já havia estragado. E advinha o que ela fez? Esperou eu ir dormir para começar a festa. Já abriu um buraco na capa nova e continuou cavando um buraco no sofá. Esperou que eu saísse para comer a franja do tapete novo.
Se eu chegar em casa hoje e achar alguma coisa estragada, vou fazer linguiça de cachorro!
Que ódio!
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22 de agosto de 2011
6 de agosto de 2011
Chiquinha, dengosa.
Nossa cachorra pensa que é gente. Ela desenvolveu hábitos e manias, fora que demonstra ter uma grande personalidade.
Ela percebe quando a gente vai sair de casa antes mesmo de estarmos prontos para tal. Percebe e fica fazendo cara de abandono, encostando a cabeça na gente e olhando só com o cantinho do olho, tipo o Gato de Botas do Shrek. E sabe também quando vamos levá-la para passear. Aí ela pula e faz festinha. E pula alto, precisa ver! E na rua, ela quer correr, faz força com a corrente tentando arrastar a gente para correr com ela. Se vem um cachorro maior, ela enfia o rabinho entre as penas e se esconde atrás de nós. Se ela se cansa de caminhar, começar a pular, pedindo colo.
Ela sabe onde guardamos a comida dela. E quando fica com fome, fica ali cheirando o vão da porta do armário. E está há alguns dias sem comer sofá, chinelo ou coisa que o valha. Ainda bagunça quando esquecemos o lixo ao alcance dela. Mas é bem menos bagunça do que antes...
Acho que a Chiquinha está ficando mocinha!
Ela percebe quando a gente vai sair de casa antes mesmo de estarmos prontos para tal. Percebe e fica fazendo cara de abandono, encostando a cabeça na gente e olhando só com o cantinho do olho, tipo o Gato de Botas do Shrek. E sabe também quando vamos levá-la para passear. Aí ela pula e faz festinha. E pula alto, precisa ver! E na rua, ela quer correr, faz força com a corrente tentando arrastar a gente para correr com ela. Se vem um cachorro maior, ela enfia o rabinho entre as penas e se esconde atrás de nós. Se ela se cansa de caminhar, começar a pular, pedindo colo.
Ela sabe onde guardamos a comida dela. E quando fica com fome, fica ali cheirando o vão da porta do armário. E está há alguns dias sem comer sofá, chinelo ou coisa que o valha. Ainda bagunça quando esquecemos o lixo ao alcance dela. Mas é bem menos bagunça do que antes...
Acho que a Chiquinha está ficando mocinha!
Quer passear?
14 de junho de 2011
O caos na minha casa.
Eu sempre gostei e tive bichos em casa: gatos, cachorros, pássaros, cavalos... Nunca tive tantos problemas na minha vida quanto agora.
Todos os dias, ao chegar em casa, me deparo com uma bagunça sem fim. A Chiquinha, nossa cachorra, destrói tudo o que ela vê. Tudo mesmo. E eu que já não tenho muita coisa, a cada dia aumenta a minha lista de itens que vou ter de repor em casa.
Se ela só rasgasse o jornal onde ela deveria fazer as necessidades estava bom. Agora ela deu de puxar esse jornal pro meio da sala, fazer dele picadinho e depois deixar seus dejetos por ali. E não é só isso: Ela conseguiu destruir um CD de fotos que estava na estante (eram fotos do meu casamento, tenho cópia), coisa boba que nem dei muita importância. Se fosse qualquer CD de música que tenho ali o pau ia torar pro lado dela!
Isso foi ontem... Hoje, ao chegar em casa o estrago havia sido maior: ela puxou a toalha da mesa, estragou um vasinho lindo que havia ali. Espalhou terra pela casa inteira, comeu a toalha e me fez perder a paciência.
Porra, caralho. Nunca falta ração. Até aqueles brinquedinhos bestas a gente compra. Ela tem o luxo que muito vira-latas por aí ficaria com inveja e é assim que retribui?
Acho que se a gente morasse numa casa, com um quintalzão pra ela ter por onde correr, talvez não teriamos metade desses problemas. Aprendi que não dá pra ter cachorro, pelo menos dessa raça sem pedigree, em apartamento. Tá cada dia mais difícil.
Pra mim, nossa relação acabou. Já deu o que tinha que dar. Se alguém aí quiser, pode vir buscar.
Todos os dias, ao chegar em casa, me deparo com uma bagunça sem fim. A Chiquinha, nossa cachorra, destrói tudo o que ela vê. Tudo mesmo. E eu que já não tenho muita coisa, a cada dia aumenta a minha lista de itens que vou ter de repor em casa.
Se ela só rasgasse o jornal onde ela deveria fazer as necessidades estava bom. Agora ela deu de puxar esse jornal pro meio da sala, fazer dele picadinho e depois deixar seus dejetos por ali. E não é só isso: Ela conseguiu destruir um CD de fotos que estava na estante (eram fotos do meu casamento, tenho cópia), coisa boba que nem dei muita importância. Se fosse qualquer CD de música que tenho ali o pau ia torar pro lado dela!
Isso foi ontem... Hoje, ao chegar em casa o estrago havia sido maior: ela puxou a toalha da mesa, estragou um vasinho lindo que havia ali. Espalhou terra pela casa inteira, comeu a toalha e me fez perder a paciência.
Porra, caralho. Nunca falta ração. Até aqueles brinquedinhos bestas a gente compra. Ela tem o luxo que muito vira-latas por aí ficaria com inveja e é assim que retribui?
Acho que se a gente morasse numa casa, com um quintalzão pra ela ter por onde correr, talvez não teriamos metade desses problemas. Aprendi que não dá pra ter cachorro, pelo menos dessa raça sem pedigree, em apartamento. Tá cada dia mais difícil.
Pra mim, nossa relação acabou. Já deu o que tinha que dar. Se alguém aí quiser, pode vir buscar.
12 de abril de 2011
Chiquinha, bacana...
Essa Chiquinha... Só me dando história pra contar!
Não sei de onde vem tudo isso. Custo a acreditar que ela sozinha consegue fazer tanta bagunça dentro de casa!
Ela já arrastou a árvore de Natal, fez cocô no meu quarto, faz xixi no meio da sala quando quer chamar a atenção (e apanha com jornal pra aprender que ali não é lugar), já rasgou tanto papel higiênico que perdi as contas. Agora a porta do banheiro vive trancada (tomara que eu nunca mais tenha diarréia).
Ela já comeu dois lugares do jogo de sofá. Agora é 1 e 2 lugares.
Todas as caixas que eu arrumei pra ela dormir, ela destruiu. Dei um pano, ela não rasgou, então deixamos ela dormir em um tapete. E agora esse tapete é dela e ela o carrega para onde quiser (ela arrasta ele pra sala, quarto, corredor, cozinha...)
A ultima dessa peralta foi tentar fugir de casa, presumo, se pendurando na cortina da sala.
Ontem, cheguei em casa e o porteiro já veio me avisar que ela passou a tarde gritando e vizinhos reclamaram. Achei que fosse por estar sozinha, mas não. A filha duma putinha estava aqui, amarrada na minha cortina de renda linda que a minha mãe me deu!!!
Não sei como ela se enroscou ali. Enrolou a cortina na patinha e foi torcendo, torcendo até prender a circulação. Precisei cortar a cortina pra tirar ela dali (deu vontade de cortar fora a perna dela mas fiquei com dó).
Dei Paracetamol guela a baixo e passei gelo pra ver se desinchava. Ela amoleceu por uns minutos, mas só de ouvir o som da sacolinha plástica ela acordou rapidinho e ficou pedindo pra passear.
Hoje ela tá bem melhor. Está andando bem, a patinha desinchou, já corre atrás da bolinha.
E a cortina está lá, pitoca.
16 de março de 2011
Cachorro, cachorro vagabundo....
...é a nossa Chiquinha!
Cada dia mais bagunceira, mais espertinha, mais engraçadona. Quando nós a adotamos eu já imaginava que seria trabalhoso, mas não calculava o quanto.
No começo, ela só mordia o que a gente dava pra ela e nisso incluía a caixa que servia de cama.
Depois ela pegou a árvore de Natal e destruiu alguns enfeites... O tempo foi passando, ela foi crescendo junto com a lista de coisas que destruía: Chinelos, caixas de papelão, bola de tênis, bola de futebol, OS DOIS SOFÁS da minha sala... A mais recente foi a borracha do meu irmão. Por um vacilo, descuido meu... deixei sobre a cama e não a vi pegar. Reembolsei, lógico.
Agora ela está com a mania de espalhar ração pela casa. É fácil, rápido e eficiente: é só pegar a vasilha cheia e arrastar enquanto corre.
Cada dia mais bagunceira, mais espertinha, mais engraçadona. Quando nós a adotamos eu já imaginava que seria trabalhoso, mas não calculava o quanto.
No começo, ela só mordia o que a gente dava pra ela e nisso incluía a caixa que servia de cama.
Depois ela pegou a árvore de Natal e destruiu alguns enfeites... O tempo foi passando, ela foi crescendo junto com a lista de coisas que destruía: Chinelos, caixas de papelão, bola de tênis, bola de futebol, OS DOIS SOFÁS da minha sala... A mais recente foi a borracha do meu irmão. Por um vacilo, descuido meu... deixei sobre a cama e não a vi pegar. Reembolsei, lógico.
Agora ela está com a mania de espalhar ração pela casa. É fácil, rápido e eficiente: é só pegar a vasilha cheia e arrastar enquanto corre.
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