Oi, gente! Saudades?
Pois é, saí de férias... Dei um tempo, fiquei bastante off... E poxa, como é bom se desligar do mundo, da rotina chata que nos aflige dia após dia! Como é bom poder postar algo feliz, contar uma coisa boa dessa vida!
Sim, eu viajei. Fui pra Campinas - Sp ver um pouquinho da minha família. Me diverti pácasss!!! Queria que o tempo não passasse tão rápido, poxa... Foi muito bom! Espero em breve ter outras experiencias assim!
Agora estou aqui, me concentrando e fazendo um exercício de respiração para poder voltar pro tronco amanhã.
OMG
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28 de maio de 2012
11 de maio de 2012
Uhuull! Férias!!
Gente boa, gente bonita, tudo bem?
Hoje estou bem feliz e cansada e com muito sono. E cantando "Don't Stop Me Now" desde cedo. É que á partir de segunda, tô de férias!
E isso é tão bom. Já planejei tanta coisa pra fazer nesse meio tempo, uma viagem inclusive.
Vou lá pra Campinas - Sp.
Quero aproveitar também para organizar o Meu Closet, fotografar os vestidos e deixar tudo beeeeeem arrumadinho. Preciso arrumar clientinhas logo!
Enfim, estou no mundo da lua hoje. Não me chamem!
Hoje estou bem feliz e cansada e com muito sono. E cantando "Don't Stop Me Now" desde cedo. É que á partir de segunda, tô de férias!
E isso é tão bom. Já planejei tanta coisa pra fazer nesse meio tempo, uma viagem inclusive.
Vou lá pra Campinas - Sp.
Quero aproveitar também para organizar o Meu Closet, fotografar os vestidos e deixar tudo beeeeeem arrumadinho. Preciso arrumar clientinhas logo!
Enfim, estou no mundo da lua hoje. Não me chamem!
25 de agosto de 2011
Aprenda essa lição
Ontem eu estava conversando com a colegagem sobre viagem de avião. Cada um contou a sua experiência e tal. Teve gente que nunca viu turbulência, teve gente que só viajou em avião bimotor. Teve gente que fez viagem internacional e teve quem perdeu bagagem. Muitas histórias compartilhadas...
Uma coisa foi unanimidade: Se der uma merda você tem MUITA consciência que vai morrer. E uma visão clara de morte nos dá outra perspectiva de vida. E ter uma segunda chance faz a gente mudar certos comportamentos.
Recebi esse vídeo por e-mail e cabe ao tema que foi debatido. E eu que falava que quem nunca passou por uma turbulência não sabe o que é adrenalina na vida... Ledo engano.
Uma coisa foi unanimidade: Se der uma merda você tem MUITA consciência que vai morrer. E uma visão clara de morte nos dá outra perspectiva de vida. E ter uma segunda chance faz a gente mudar certos comportamentos.
Recebi esse vídeo por e-mail e cabe ao tema que foi debatido. E eu que falava que quem nunca passou por uma turbulência não sabe o que é adrenalina na vida... Ledo engano.
27 de abril de 2011
Turismo Rural - Volta
Sábado foi o dia de levantar acampamento. Aproveitei a manhã pra colher algumas laranjas para trazer pra casa, enquanto o pessoal preparava o almoço. Já planejávamos sair de lá pela manhã, mas a rebordosa não deixou...
Isso que dá farrear dia e noite. A gente fica meio assim...
Pouco antes das 15h, o tempo fechou e logo choveu. E caiu aquela chuva fininha, fria, que fica o dia inteiro molhando. E meu pai inventou de sair imediatamente, pois quando chove escurece mais cedo e a estrada sem asfalto e sem iluminação acaba se tornando perigosa. Então almoçamos, juntamos nossas coisas e fomos às casas de tios e primos dar tchau.
E pelo trajeto de ida a gente já consegue imaginar o de volta. E isso faz cansar mais. E parece que não chega nunca... Foram mais 22km na terra.
Paramos pra calibrar os pneus, comprar uns biscoitos e usar os sanitários. Meu pai perdeu uma tampinha do motor, então paramos em um ferro velho pra comprar outra.
Erramos o caminho e para cortar volta pegamos uma estradinha alternativa. Mais 3km na lama (dessa vez era lama mesmo. Não tinha nem moledo).
Chegamos em Londrina, já havia escurecido. Estávamos super cansados e no fim, só tiramos as coisas do carro, cada um tomou seu banho e fomos cedo pra cama e no domingo tentamos compensar as noites mal dormidas.
Chegamos em Londrina, já havia escurecido. Estávamos super cansados e no fim, só tiramos as coisas do carro, cada um tomou seu banho e fomos cedo pra cama e no domingo tentamos compensar as noites mal dormidas.
Dá pra ver que fizeram a estrada ao redor de uma árvore?
26 de abril de 2011
Turismo Rural - A curtição
A primeira coisa que fizemos depois de jantar na casa da avó foi procurar um lugar pra dormir. A casa da velha é pequena e seria complicado nos acomodar ali.
Encontramos um hotelzinho na entrada da cidade, daqueles onde a hospedagem custa R$20,00. É quarto com cama e ventilador. Sem café da manhã. Apenas para tomar um banho e dormir.
Foi dificil pegar no sono. Minha cabeça ainda balançava e o corpo pesava. Mas depois que adormeci, só acordei uma vez pela madrugada, coisa que não me atrapalhou, pois acordei às 7h da manhã pronta pra outra!
Quando resolvi tomar a minha ducha matinal, percebi que o banheiro estava ocupado (sim, o lugar tem apenas 1 sanitário para 6 quartos). E tipo, um cara havia feito o seu "serviço" matinal ali. Bem, eu estava com o nariz entupido, já ia ligar o chuveiro mesmo... encarei. Pelo menos deixei o ambiente cheirosinho.
Meu pai achou cinquentão no posto. Foi cuidadosamente revertido em carne e cerveja. É, fizemos um churrascão na sexta-feira santa. Super legal. Ficamos até tarde lá acordados, comendo, bebendo e rindo. Tanto que perdemos a hora de ir embora. O "hotel" fecha às 23h e a gente só se tocou de ir embora depois da meia noite.
O jeito foi eu pedir uma beira pro meu tio que mora próximo à minha avó. Deixei meus pais lá e não sei como se viraram. Conversei até cansar com os meus priminhos.
O mais legal foi acordar cedo. Às 7h da manhã o sol atravessava as frestas e iluminava o ambiente. Acordei com o sol na cara e meu priminho pulando na minha cama.
Aproveitei bem os dias lá pra jogar bola com os primos que eu nem sabia que tinha, chupar laranja, andar á toa, ficar descalça e me encher de terra.
A vida no sítio é dura, mas a infância lá ainda tem o gostinho que muitas crianças na cidade desconhece.
Encontramos um hotelzinho na entrada da cidade, daqueles onde a hospedagem custa R$20,00. É quarto com cama e ventilador. Sem café da manhã. Apenas para tomar um banho e dormir.
Foi dificil pegar no sono. Minha cabeça ainda balançava e o corpo pesava. Mas depois que adormeci, só acordei uma vez pela madrugada, coisa que não me atrapalhou, pois acordei às 7h da manhã pronta pra outra!
Jipe é para fracos!
Quando resolvi tomar a minha ducha matinal, percebi que o banheiro estava ocupado (sim, o lugar tem apenas 1 sanitário para 6 quartos). E tipo, um cara havia feito o seu "serviço" matinal ali. Bem, eu estava com o nariz entupido, já ia ligar o chuveiro mesmo... encarei. Pelo menos deixei o ambiente cheirosinho.
Meu pai achou cinquentão no posto. Foi cuidadosamente revertido em carne e cerveja. É, fizemos um churrascão na sexta-feira santa. Super legal. Ficamos até tarde lá acordados, comendo, bebendo e rindo. Tanto que perdemos a hora de ir embora. O "hotel" fecha às 23h e a gente só se tocou de ir embora depois da meia noite.
Nada melhor que um churrascão...
O jeito foi eu pedir uma beira pro meu tio que mora próximo à minha avó. Deixei meus pais lá e não sei como se viraram. Conversei até cansar com os meus priminhos.
O mais legal foi acordar cedo. Às 7h da manhã o sol atravessava as frestas e iluminava o ambiente. Acordei com o sol na cara e meu priminho pulando na minha cama.
Aproveitei bem os dias lá pra jogar bola com os primos que eu nem sabia que tinha, chupar laranja, andar á toa, ficar descalça e me encher de terra.
A vida no sítio é dura, mas a infância lá ainda tem o gostinho que muitas crianças na cidade desconhece.
Gosta de Laranja? Aqui tem um saco pra você chupar (Piada batida detected).
24 de abril de 2011
Turismo Rural - Ida
A aventura começou cedo quando minha mãe me ligou para avisar que já vinha me pegar e pediu que eu imprimisse um mapa com a rota para irmos pra lá.
Corri me arrumar e dei um pulo na lan house. Meu marido resolveu ir atrás de mim e quando meus pais chegaram não havia ninguém em casa. E quando eu voltei eles não estavam. Marido foi comprar pão, eles voltaram. Esperamos marido voltar pra dar tchau.
O mapa que eu imprimi era pra Pitanga - Pr, e de lá, para Barra Bonita - Pr. Dei o mapa na mão do meu pai, ele se orientou e fomos.
Abastecemos com R$20,00 em Cambé e seguimos até Porto Ubá. Incrivel como rendeu. E ainda bem que rendeu pois não havia nenhum posto na rodovia depois de Itacolomi. A estrada era super deserta. Pouquissimo movimento e nenhum estabelecimento comercial.
Quando meu pai falou que já estava batendo na reserva, no começo eu ri, mas depois, vendo a estrada e o desespero dele, fiquei com o meu na mão. Ficar a pé naquele fim de mundo não seria legal.
Estrada entre Campo Mourão e Iretama
Finalmente abastecemos. Daí enchemos o tanque para nunca mais passar aperto.
Depois de muitos quilômetros rodados, minha mãe fala que a minha avó não mora em Barra Bonita e sim em Mato Rico e meu pai, surtado, se meteu na estrada rumo a Campo Mourão, sem nem perguntar nada a ninguém e eu gastei R$2,25 à toa na lan house. Se perdeu pelo caminho, entrou num trevo errado e quase fomos pra Arapongas de novo.
Depois que ele resolveu perguntar, acertou o caminho e fomos contentes e felizes. Passamos por Campo Mourão e entramos num mercado e lá, por incrivel que pareça, ele encontrou um cara que era amigo dele aqui em Londrina.
Depois de muita chuva, muita escuridão e 22kms em estrada de terra, chegamos à Mato Rico, encontramos a casa da avó. Ficamos lá um pouco e fomos procurar um hotel pra passar a noite.
30 de março de 2011
Aventuras em São Paulo - Volta
E mais uma vez, após termos ido dormir bem tarde, acordamos super cedo. Desta vez para juntar nossas coisas e seguir o caminho para casa.
Vivemos toda a expectativa do antes, curtimos cada minutinho durante e agora vivemos o vazio do depois. Voltamos à nossa realidade, à nossa vida...
Foi um longo caminho: caminhamos cerca de dois quarteirões até o ponto de ônibus, fomos até o centro, onde embarcamos em um metrô e depois mais um ônibus até Guarulhos.
O dia estava bonito, ensolarado, tranquilo... Chegamos por volta das 11h da manhã no aeroporto e ficamos por lá até 15h. Andamos bastante, fotografamos um pouco, almoçamos uns sanduíches com chá mate... Dei uma cochilada num canto lá que me pareceu mais tranquilo. Lembrei do filme "O Terminal".
O céu que amanheceu limpo aos poucos foi sendo tomado por grandes nuvens cinzas. E com elas, veio um vento forte e uma forte chuva, que atrasou nossa partida.
Eu estava ansiosa, amendrontada e bêbada de sono. Bebi uma cerveja pra dar coragem.
A viagem de volta foi tranquila também, tudo bem que um pouco mais agitado por causa da chuva e tals, mas deu tudo certo. Tamo vivo, porra!!!
Chegamos por volta das 18h e fomos direto pro shopping jantar, comer comida de verdade, pois eu já estava ficando azeda de tanto comer bobageira!
Hoje, já sinto saudades do nosso passeio e faria tudo novamente, igualzinho, sem colocar e nem tirar nada.
Vivemos toda a expectativa do antes, curtimos cada minutinho durante e agora vivemos o vazio do depois. Voltamos à nossa realidade, à nossa vida...
Céu de São Paulo às 9h da manhã.
Foi um longo caminho: caminhamos cerca de dois quarteirões até o ponto de ônibus, fomos até o centro, onde embarcamos em um metrô e depois mais um ônibus até Guarulhos.
O dia estava bonito, ensolarado, tranquilo... Chegamos por volta das 11h da manhã no aeroporto e ficamos por lá até 15h. Andamos bastante, fotografamos um pouco, almoçamos uns sanduíches com chá mate... Dei uma cochilada num canto lá que me pareceu mais tranquilo. Lembrei do filme "O Terminal".
O céu que amanheceu limpo aos poucos foi sendo tomado por grandes nuvens cinzas. E com elas, veio um vento forte e uma forte chuva, que atrasou nossa partida.
Guarulhos 15h
Eu estava ansiosa, amendrontada e bêbada de sono. Bebi uma cerveja pra dar coragem.
A viagem de volta foi tranquila também, tudo bem que um pouco mais agitado por causa da chuva e tals, mas deu tudo certo. Tamo vivo, porra!!!
Chegamos por volta das 18h e fomos direto pro shopping jantar, comer comida de verdade, pois eu já estava ficando azeda de tanto comer bobageira!
Hoje, já sinto saudades do nosso passeio e faria tudo novamente, igualzinho, sem colocar e nem tirar nada.
29 de março de 2011
Aventuras em São Paulo - O Show
Morumbi - Sp - Dá pra ver as pessoas se amontoando por ali.
Nosso sábado começou bem cedo. Acordamos lá pelas 8h e não conseguimos voltar a dormir. Queria acordar cedo e aproveitar o passeio, embora tivéssemos dormido pouco.
Logo nos aprontamos, tomamos café da manhã e fomos pra rua, conhecer um pouco de Sampa e ver o movimento. E que movimento! Antes das 10h da manhã já tinha uma galera com as camisetas do Iron na rua (inclusive nós). Fomos até o Shopping Butantã dar uma volta. Bem legal o lugar lá.
"Almoçamos" por lá e marchamos pro Morumbi. Encontramos vários metaleiros pelo caminho e como o sol estava castigando, resolvemos parar pra tomar uma gelada num bar, próximo ao estádio e depois seguir para ficarmos na fila. Fomos por volta das 13h, pois pensamos que seria bem tumultuado, coisa que não aconteceu.
Havia muita gente por lá já e eu dei sorte de achar um chapéu! Foi muito bom, já que sol forte me deixa torrada. Esperamos a maior parte do tempo na sombra. Conhecemos gente e pegamos amizade por lá.
Por do Sol - Nem choveu! Dá pra ver a galera chegando.
Quando abriram os portões, bateu a ansiedade. Esperamos mais 6 horas, sentadinhos na arquibancada, conversando numa boa e tentando se esquivar do sol.
Finalmente o show começou, pontualmente às 21h logo após a apresentação do Cavalera Conspirance. A música de abertura (Satellite 15.. The Final Frontier) foi muito legal e as imagens do telão perfeitas. Foi tudo muito foda e ao mesmo tempo muito tranquilo... Valeu cada centavo do investimento e se eu pudesse, faria tudo de novo.
A unica coisa que para mim foi um roubo, foi o preço da cerveja: R$5,00 numa lata de Antarctica Sub Zero. Ninguém merece!
Acho que dá pra ter uma idéia do fervo.
28 de março de 2011
Aventuras em São Paulo - Ida
Eu estava muito ansiosa para ir, nossa... estava contando os minutinhos!
Finalmente fomos. Foi muito legal, a viagem foi muito tranquila.
Chegando lá, um amigo do Fabiano estava esperando por nós. Ele nos levaria de Guarulhos até São Paulo. A principio, iamos tomar umas cervejas mas depois de ficarmos presos no trânsito e perdidos no trajeto, os planos de ir pra batucada ficaram para trás.
Depois encontramos outro amigo, que nos levaria para passear pelo centro e depois pra casa, onde ficamos hospedados.
Conhecemos um pouco da Avenida Paulista, experimentamos a coxinha que vendem em uma padaria por lá. Fotografamos alguns pontos por onde passamos. Vi o prédio do Banco Central (que é bem bacana. Queria ver como é lá dentro) e o MASP (que é meio sombrio a noite).
Muita molecada andando de skate e bicicleta pelas calçadas. Alguns malucos aproveitam pra tocar guitarra e arrumar uns trocados.
Ficamos na rua até mais ou menos 3h da manhã. Tudo muito movimentado. O povo lá não pára!
Finalmente fomos. Foi muito legal, a viagem foi muito tranquila.
Chegando lá, um amigo do Fabiano estava esperando por nós. Ele nos levaria de Guarulhos até São Paulo. A principio, iamos tomar umas cervejas mas depois de ficarmos presos no trânsito e perdidos no trajeto, os planos de ir pra batucada ficaram para trás.
Depois encontramos outro amigo, que nos levaria para passear pelo centro e depois pra casa, onde ficamos hospedados.
Conhecemos um pouco da Avenida Paulista, experimentamos a coxinha que vendem em uma padaria por lá. Fotografamos alguns pontos por onde passamos. Vi o prédio do Banco Central (que é bem bacana. Queria ver como é lá dentro) e o MASP (que é meio sombrio a noite).
Muita molecada andando de skate e bicicleta pelas calçadas. Alguns malucos aproveitam pra tocar guitarra e arrumar uns trocados.
Girassol no canteiro - Av Paulista em frente ao MASP.
Ficamos na rua até mais ou menos 3h da manhã. Tudo muito movimentado. O povo lá não pára!
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